O perigo da apostasia e das heresias nos últimos dias (parte 2) – Doutrinas de Balaão e Mamon

Janeiro 9, 2015

espirito de mamon

  Mas estes, como criaturas irracionais, por natureza feitas para serem  presas e mortas, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção, recebendo a paga da sua injustiça; pois que tais homens têm prazer em deleites à luz do dia; nódoas são eles e máculas, deleitando-se em suas dissimulações, quando se banqueteiam convosco; tendo os olhos cheios de adultério e insaciáveis no pecar; engodando as almas inconstantes, tendo um coração exercitado na ganância, filhos de maldição;os quais, deixando o caminho direito, desviaram-se, tendo seguido o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça.  (2 Pedro 2:12-15) .

 
Tenho, todavia, contra ti algumas coisas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição.(Ap 2:12)

Outro grande perigo da apostasia e da heresias dos últimos dias é a doutrina de Balaão.  Essa doutrina se baseia na ganância levando os seus adeptos a se prostituirem diante de Deus.

Como muitos sabem  Balaão era um homem que abençoava, mas também amaldiçoava.  Balaão começou pregando a verdade, mas no final se corrompeu devido ao que lhe fora oferecido(riquezas), conseguindo uma mensagem que agradasse ao rei Balaque (Números 22).

Os filhos de Balaão são aqueles que comercializam a palavra de Deus e quem em razão disso se vê no direito de abençoar a amaldiçoar.

Essa doutrina sustentada pela ganância e poder(Judas 11). Ela cega o entendimento de muitos incentivando a “sacrificarem” em nome de Deus, mas na verdade é em nome de Mamom que estão sacrificando. Para quem não sabe Mamon era o termo de origem aramaica que significava dinheiro e riquezas.  Jesus disse que ninguém poderia servir a dois senhores, Deus ou Mamon(Lc 16:13). 

Como sabemos que estamos servindo a Deus ou Mamon ?

Quando servimos a Deus entendemos que Ele é o abençoador. Sabemos que estamos servindo a Mamon quando nossa motivação está focada nas bençãos e não no Abençoador.  Aquele que busca a Deus entende que Ele é galardoador daqueles que o Buscam (Hb11:6).

Sendo assim não é necessário que façamos algo específico para ter mais e mais .

As bênçãos de Deus te seguirão! Não é você que corre atrás das bênçãos, elas é que correm atrás de você!” Quando ouvimos e obedecemos ela nos seguem. Como está escrito:

E será que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra. E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do Senhor teu Deus (Deut. 28:1-3).

Buscai em Primeiro Lugar o REINO DE DEUS E A SUA JUSTIÇA e TODAS AS COISAS vos serão acrescentadas.(Mateus 6:33).

Jesus mesmo disse para não nos preocupar com os cuidados e inquietações desta vida (Mateus 6:25)

Quando buscamos satisfazer nossas luxúrias, manias e pecados através de vãs sacrifícios. Estamos servindo a Mamon quando fazemos de tudo para alcançar as riquezas, mesmo que para isso seja preciso mentir, difamar desonestamente alguém, uma comunidade ou mesmo uma igreja.

A doutrina de Mamon é exclusivista, pois a Igreja que partilha desse ensino se acha única escolhida por Deus
Também é uma doutrina que suscita a rivalidade,facção e dissensão, pois se intitula como “a que abençoa mais “,
a que faz isso(cura) e aquilo (batiza com E. Santo) . Enfim, o crédito está na Igreja que se vangloria nisso e não no Senhor que é de fato o que Abençoa.

Aquele que serve Mamon “ama as riquezas” e o “poder”, ou seja, é avarento e busca “apenas satisfazer” ao seus desejos, como Pedro disse: “um coração exercitado na ganância”.

Temos visto também no meio evangélico o crescimento de muitas igrejas cujos líderes que seguem a “doutrina de nicolaítas”, conforme o que diz o livro de Apocalipse (Ap 2:12-16).

A palavra nicolaíta significa aqueles que “domina os leigos” ou “governa o povo”. É uma doutrina baseada no domínio, no controle e que exerce poder de manipulação sobre os membrados. É uma doutrina que começou na era apostólica, teve grandes influência no pensamento católico romano e que possui uma roupagem nova e atraente nas igrejas neo-pentecostais que pregam a prosperidade. Outra característica marcante além do domínio é a torpe ganância por posições e riquezas. No sistema da doutrina nicolaíta o ter substitui o “ser”.  Existe uma briga pelo poder eclesiástico disfarçada em falsa humildade fazendo com que haja dissensões e rivalidades internas. Nesse tipo de doutrina existe uma nítida e enorme diferenciação entre o clero, ou seja, a classe ministerial e as demais pessoas. Nessa doutrina se ressalta muito a questão do “título” do “homem de Deus” cuja nomenclatura pode variar entre as diversas existentes.(Ex:Papa, Apóstolo,Bispo e etc)..

O surgimento de uma geração carnal e descrente – Além de tudo que já foi mencionado, o Espírito Santo usa o apóstolo Pedro para ressaltar que nos últimos dias surgiriam escarnecedores zombando e seguindo suas próprias paixões.(2 Pe 3:3-4).

Hoje, em dia, temos visto muitos grupos se levantando contra o cristianismo e contra a palavra de Deus como num todo. Um certo ativista gay chamou a Bíblia recentemente de mito e texto alegórico, chamando todos aqueles que leêm a Bíblia de palhaços. Chamam os pastores ou líderes cristãos de “curandeiros” e “charlatões”.  Se não bastasse isso, a artilharia também sobra com menos intensidade aos líderes católicos.

Pedro fala nesta carta de “escarnecedores zombando e seguindo” suas própria paixões e é isso que temos visto de certos grupos radicais homossexuais. Os mesmos que defendem o homossexualismo defendem a pedofilia e outras práticas pecaminosas. Tem-se perdido a noção do pecado e do temor a Deus. Antigamente, nem todas as pessoas eram crentes e mesmo diante de uma religiosidade aparente havia um temor a Deus.
Hoje,  vemos a degradação do ser humano em todos os sentidos.  A tendência infelizmente é que a cada dia a palavra de Deus seja considerada antiquada e que muitas pessoas venham a se corromper a cada dia mais.

Mas graças ao Senhor que o Senhor nos deu “discernimento” para distinguir entre o santo e o profano. Como diz o profeta Ezequiel: 

A meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano, e o farão discernir entre o imundo e o limpo” (Ez 44.23)

Que possamos ser como Ezequiel que diz que nunca sentou na assembléia dos zombadores: 

Nunca me assentei na assembléia dos zombadores, nem me regozijei; por causa da tua mão me assentei solitário; pois me encheste de indignação.
Jeremias 15:17

Amados, a vinda do Senhor está próxima. A palavra diz que o Senhor preservará os fiéis e piedosos, mas aos injustos não os poupará. 

Diz a palavra do Senhor:

Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;
Mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridadesatrevidos, obstinados, não receando blasfemar das dignidades;Enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor.
Mas estes, como animais irracionais, que seguem a natureza, feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção,
2 Pedro 2:9-12

Muitos debocharão da palavra de Deus dizendo que Jesus não virá, mas assim
diz as Escrituras?

Eles dirão: “O que houve com a promessa da sua vinda? Desde que os antepassados morreram, tudo continua como desde o princípio da criação”. Mas eles deliberadamente se esquecem de que há muito tempo, pela palavra de Deus, existem céus e terra, esta formada da água e pela água. E pela água o mundo daquele tempo foi submerso e destruído. Pela mesma palavra os céus e a terra que agora existem estão reservados para o fogo, guardados para o dia do juízo e para a destruição dos ímpios.  (2 Pedro 3:3-7)

Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo;
E não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, a oitava pessoa, o pregoeiro da justiça, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios;
E condenou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente;(2 Pedro 2:4-6)

Palavra Final:

Quem é injusto, seja injusto ainda; e quem é sujo, seja sujo ainda; e quem é justo, seja justificado ainda; e quem é santo, seja santificado ainda.
E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra.(Ap 22:11-12)

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O perigo da apostasia e das heresias nos últimos dias (parte 1)

Novembro 9, 2013

heresia
Sabe, se existe algo que vicia numa pessoa é o chocolate. Além de ser um produto atrativo aos olhos, o chocolate produz uma substância chamada serotonina que traz uma sensação de felicidade e saciedade.
Por causa disso, muitas pessoas acabam descontroladamente se viciando não se contentando em provar uma só vez, mas inúmeras vezes provocando com isso. Porém é nisso que está o perigo,pois cada chocolate provado, produz cada vez mais o colesterol que é a causa de
de muitos infartes .
Com um discurso doce, agradável e de uma aparente saciedade espiritual, assim tem sido o evangelho apóstata e herético em muitos lugares.  Com um ingrediente viciante chamado “prosperidade material” muitas comunidades cristãs tem esquecido da essência evangélica da abnegação e do amor altruísta e se misturado no perigoso caminho do evangelho chocolate como diz Pastor Max Pond.

Esse evangelho chocolate que é pregado  enfatiza muito o “ter” e não o “ser” do cristão, o individualismo ao invés do altruísmo. Acaba com as campanhas de facilidade , de certa forma,  incentivando o amor ao dinheiro e a riqueza (avareza).  Como disse Pr. Max Pond o culto de missões tem sido substituído  por cultos para empresários, pois esses são muito mais vantajoso$.

Na verdade todas essas coisas mostram de fato o perigo da apostasia e das heresia na Igreja dos últimos dias.

Segundo o dicionário a palavra apostasia significa no original grego “estar longe” ou se afastar.

Pedro em sua segunda carta, cita que muitas pessoas ,nos últimos dias serão como animais irracionais, “seguindo sua própria natureza: , sendo presos e mortos, blasfemando o que não entendem e perecendo na sua corrupção(2 Pe 2;12). Mostra nessa carta o surgimento de falsos mestre e profetas, trazendo heresias e perdição trazendo repentina destruição, blasfemando assim o caminho da verdade. Também diz que por “avareza” farão negócio de vós com palavra fingidas(2 Pe 2:3).

O que temos visto hoje são muitas pessoas combatendo o caminho da verdade que está contido nas Sagradas Escrituras, principalmente muitos grupos querem que a Bíblia se enquadre em suas concupiscências. Existem grupos que chamam a Bíblia de antiquada e “blasfemam” contra a verdade. A palavra de Deus atesta que assim como Deus não perdoou os anjos que pecaram, nem o mundo antigo e condenou Sodoma e Gomorra, assim será “reduzido as cinzas” aqueles que vivem impiamente recebendo o galardão da injustiça (2 Pe 2:4-13). E essa palavra é para aqueles que estão fora como dentro de Igreja.

“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;” (I Timóteo 4 : 1).

Quando Paulo escreveu a Timóteo citou certos ensinos que tinham o intuito de destruir a base familiar, apoiando ações egoístas e carnais. Ensinos cheios de sabedoria humana, mas não segundo as Escrituras. Ensinos esses que parecem ser espirituais, mas que levam a morte espiritual , pois fazem as pessoas desejarem e buscarem satisfazer as suas vis concupiscências. Como diz as Escrituras:

Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também. São esses os que se introduzem pelas casas e conquistam mulheres instáveis sobrecarregadas de pecados, as quais se deixam levar por toda espécie de desejos. Elas estão sempre aprendendo, mas jamais conseguem chegar ao conhecimento da verdade. 
(2 Timóteo 3:1-7)

Paulo diz que nesse tempo as pessoas serão materialistas. O grande escritor Charles Swindoll em seu livro; “Como viver acima da mediocridade” diz que os 4 terríveis perigos do sistema mundano estão baseados em 4 p´s  : Poder, Prazer, Prestígio e Posses.

Este falso evangelho que tem se pregado ressalta justamente isso em detrimento da verdadeira riqueza como diz o Senhor Jesus:

Ordene aos que são ricos no presente mundo que não sejam arrogantes, nem ponham sua esperança na incerteza da riqueza, mas em Deus, que de tudo nos provê ricamente, para a nossa satisfação.(1 Tm 6;17)
Vemos isso nitidamente quando os cultos das bençãos vivem sempre lotados, enquanto os da escola bíblica cada vez com mais escasso de pessoas.

Por quê isso ?

Simples.  As palavras pregadas no culto das bençãos são “doces”, como chocolate e atraem um grande número “consumidores”, sem precisar transformá-los em crentes.

Já as da Escola Bíblica, atraem o inverso, pessoas que desejam se comprometer com Deus e saber mais de Sua palavra e Sua Vontade. Na Escola Bíblica a mensagem na maioria das vezes não costuma ser doce ou se valer da eloquência, mas do conhecimento bíblico(onde muitos mensageiros se perdem). Conheci, inclusive  alguns ministros da prosperidade que se negam a ir a escolas bíblicas de onde congregam , pois dão a desculpa de serem monótonas. |
Mas a realidade é que são nesses estudos que toda auto-suficiência e mundanismo de alguém vai ralo a baixo.
É  nesse lugar a mensagem e o estudo não servem para agradar, para massagear ego, mas para instruir a pessoa a viver como uma nova criatura. É nesse lugar onde as bases cristãs são lançadas e onde muitas pessoas são confrontadas com seu modo ímpio de viver.

Meu profundo desejo é que possamos a cada dia nos firmar em Deus e com isso nos afastar desse tipo de mensagem, que na realidade é nociva, apóstata e herética. Mensagens estas que estão uma galáxia de distância daquilo que é o verdadeiro evangelho de Cristo.  Que possamos também se distanciar deste falsos profetas, com suas falsas profecias que no final ao invés de levarem a Jesus, distanciam de vez as pessoas a Cristo.

É FÁCIL IDENTIFICAR FALSOS PROFETAS? LIGUE SEU RADAR!

Novembro 9, 2013


É curioso como muitos de nós somos levados a nos impressionar com aqueles que operam milagres no meio da igreja, ainda que sejam falsos profetas. Tais pessoas são elogiadas e, na pior das hipóteses são idolatradas. Confundimos o “operar milagres” com “ser homem de Deus”. É comum ouvir dizer: “Fulano é homem de Deus” e quando se pergunta por quê, a resposta geralmente aponta para suas realizações miraculosas. “Ele expulsa demônios”, ou “ele é um profeta, tudo que fala se cumpre”, ou então “ele faz milagres”…
Desconsideramos assim o alerta de Jesus, quando nos diz acerca dos falsos profetas, que eles são conhecidos não pelos sinais que operam, mas pelos frutos que dão: “Acautelai-vos dos falsos profetas… Pelos seus frutos os conhecereis…” (Mt 7.15,16).

Prosseguindo, Jesus adverte: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (v. 21). Está muito claro aqui que o simples pronunciar jargões cristãos não significa muito para identificar a veracidade de uma pessoa de Deus. Entretanto, o que se vê em muitos recantos é exatamente o oposto; quanto mais se fala “em nome” do Senhor, tanto mais se dá crédito a tais pessoas. Essa tem sido a arma mais letal dos falsos profetas: a oratória. Eles se aproveitam da “boa fé” (leia-se ingenuidade) dos ouvintes e se desbocam em palavras bonitas e atrativas, soltam frases de impacto que muitas vezes nada têm de bíblicas, falam “ao coração” do povo, em outras palavras, o que o povo quer ouvir e gritam com uma autoridade tal que dispensa qualquer avaliação, por isso são tão aceitos como “homens de Deus”.

Os falsos profetas são tão contundentes nas suas palavras que chegam a enganar a si mesmos, pensando que da mesma forma que convenceram o povo de que são homens de Deus irão também convencer a Jesus no Dia do Juízo! Mas não conseguirão. Jesus disse: “Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres?” (v. 22). Jesus não está à venda. Jesus não Se deixa convencer pela eloquência de seu ninguém. Jesus não é marionete, manipulado por palavras! Jesus afirmou que entrará no reino dos céus aquele que faz, não aquele que diz (v. 21). Sabe, ainda bem que Jesus é assim. Se Ele fosse convencido por palavras, todos os falsos profetas estariam garantidos no reino, porque todos eles são excelentes na retórica. Graças a Deus, Jesus não é massa de manobra de línguas ludibriantes!

Como exemplo no meio secular temos os políticos. Os que ganham as eleições, na maior parte das vezes são os que falam bem e não os que fazem o bem. Apesar de que hoje em dia até “tiriricas” estão ganhando… Assim também no meio cristão, os que falam bem são tidos como “homens de Deus”. Observe que Jesus não Se deixa convencer nem mesmo pelo que tais falsos fizeram. Eles argumentarão que profetizaram, expeliram demônios, fizeram muitos milagres e outras coisas mais, no entanto, nem mesmo suas obras farão com que sejam aceitos no reino. Já no nosso meio é o contrário. Se o indivíduo é aceito apenas por falar bonito, imagina o quanto não será condecorado se fizer obras tais como essas… Aqui em nossa cidade, os “profetas e profetisas” são procurados por muitos crentes, da mesma forma que não crentes procuram adivinhos! Sempre em busca de algo misterioso, querendo saber o futuro. Aqui em nossa cidade não existem cartomantes, se houver são pouquíssimos. Mas o que tem de crente indo às casas dos “profetas” para saberem seu futuro… nem vou comentar…

Entretanto, quero deixar claro aqui que não precisamos ficar com interrogações na cabeça. Pode surgir em algumas pessoas até um certo desespero em pensar que não tem como identificar então um falso profeta! Mas tem sim. Jesus disse no v. 20: “Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis“.

No Novo Testamento, principalmente nas cartas, o fruto do Espírito é considerado como evidência de uma nova criatura na vida de alguém que de fato se converteu. Embora estejam espalhadas entre as páginas do Novo Testamento, o apóstolo Paulo, na carta aos Gálatas ajunta algumas características deste fruto: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei” (Gl 5.22,23). Existem outras características, com certeza. Estas, porém, de acordo com o saudoso Dr. John Stott foram classificadas pelo apóstolo para mostrar como nos relacionamos com Deus (amor, alegria, paz), com o próximo (longanimidade, benignidade, bondade) e com nós mesmos (fidelidade, mansidão e domínio próprio).

É aqui que começamos a matar a charada. Os falsos profetas falham em seu relacionamento nessas três direções! Quer saber se alguém é “homem ou mulher de Deus”? Observe se estas características estão presentes na vida dele (inclusive na sua própria também). Se estiverem ausentes, observe outra coisa (não julgue tão depressa), se tais pessoas estão buscando desenvolver estas virtudes (olhe em você também). Caso seja a resposta ainda negativa, então com certeza você está lidando com um falso profeta. Não importa se ele cura enfermos, se expulsa demônios, se profetiza, se opera milagres! Tudo isso são ferramentas que Deus disponibiliza para os que estão na igreja, mas nem todos os que as recebem são de fato igreja!

Espantado? Não se espante! Judas também expulsou demônios. Ele também ceou com Jesus e teve seus pés lavados pelo Mestre. No entanto, era um diabo, o filho da perdição (Jo 6.70,71; 17.12). Ele fazia isso tudo, mas não tinha o fruto do Espírito! É aqui que mora o segredo! Falsos profetas não são humildes, não têm a alegria do Senhor, são interesseiros, não amam as crianças e velhos do mesmo jeito que amam as pessoas que lhe podem trazer algum benefício (pois é disso que estão à procura)! Falsos profetas geralmente ou exigem demais dos outros, ou são totalmente libertinos. Falsos profetas têm orgulho, muitas vezes disfarçado em falsa humildade. Aparentam estar muito próximos de Deus para passar a imagem de que são superiores aos demais crentes. Gostam de ter seu ego amaciado e odeiam quando são confrontados (embora quase ninguém tem coragem de fazer isso…). Falsos profetas gostam do louvor dos homens e geralmente amaldiçoam os que lhes abandonam.

Quer que eu multiplique os exemplos? Vamos lá. Falsos profetas são impacientes, em geral não se preocupam com o problema das pessoas. Talvez dão uma ou outra palavra de conforto, tiram um versículo pela sorte na Bíblia, mas não se envolvem com a dificuldade alheia para ajudar. Falsos profetas não se alegram quando alguém é abençoado, a não ser se for pela oração dele! Isso prova que sua alegria nada mais é do que uma expressão de autolatria, de adoração de si mesmo! Geralmente os falsos profetas promoveram divisões nas igrejas por onde passaram. Muitos deles nem igreja têm… Falsos profetas não são ensináveis. Ficam totalmente desacorçoados quando têm de sentar e aprender, principalmente se for com alguém do seu nível, ou “inferior” a ele. Talvez até se assente para “aprender” com outro mais famoso, para depois sair batendo com a língua sobre de quem foi aluno! Falsos profetas geralmente têm inimigos, guardam um certo rancor de alguém no coração. Eles são infiéis e quase sempre brutos e estúpidos com algumas pessoas.

Não vou mais multiplicar suas características, pois nada disso que escrevi é novidade. Esses relatos, Paulo, Pedro, João e Judas (o irmão de Jesus) já fizeram há muito tempo em suas cartas, apenas importa-nos ler e observar o quanto tais coisas se repetem em nossos dias, nós é que não estamos alertas! Mas além de ficarmos alertas com os falsos profetas que já existem, devemos nos alertar também para que não nos encaixemos em suas malditas características! Vamos nos impressionar com o fruto do Espírito e não com os dons. Além disso, vamos produzir o fruto do Espírito. Todos os que têm o fruto, também recebem dons, é claro. Mas nem todos que receberam dons têm o fruto!

Finalizo deixando a palavra que os judeus falaram de João Batista: “E iam muitos ter com ele [Jesus] e diziam: Realmente, João não fez nenhum sinal, porém tudo quanto disse a respeito deste [Jesus] era verdade” (Jo 10.41)!

Dia tes písteos.

Pr. Cleilson

Fonte: http://teolatria.blogspot.com.br

Discernindo os falsos profetas

Novembro 19, 2012

 

Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora.(1 Jo 4:1)

Talvez o dom mais precioso para esses dias que estamos vivendo seja o dom do discernimento de espíritos. (1 Cor 12:10). Estamos num tempo onde muitos tem se levantado para falar da “parte de Deus”.

João mostrou sua preocupação com os falsos ensinos, com os falsos profetas e as falsas mensagens que permeacam os crentes da igreja primitiva.

O apóstolo Paulo nos recomenda 2 coisas:

1) Não crer em todo espírito que se apresenta
2) Provar de onde procedem

A palavra nos diz que devemos ser prudentes como as serpentes e símplices com as pombas(Mt 10:16).
Não demos dizer amém para todas as palavras que nos proferem, isso quem diz é a própria Bíblia.

Não desprezeis as profecias,mas ponde tudo à prova. Retende o que é bom;(I Ts 5:20:21).
Em uma outra versão diz: “Examinar tudo”.

AS EVIDÊNCIAS

A palavra de Deus é tão clara quanto aos fatos dos finais dos tempos que mostra muitas evidências disso.Entre essas podemos citar:

1) O surgimento de “muitos falsos profetas” – Temos que ter cuidado, pois como diz João, muitos falsos profetas tem se levantado e isso quer dizer que não são poucos aqueles que falam em nome do Senhor
(2 Jo 7).

2) Introduzirão heresias destruidoras ou para perdição: Diz a palavra que essas heresias negarão o Senhor que o resgatou. Em muitos lugares tem se pregado o evangelho da lei. Por querer o credito para si, muitos tem usado Jesus para enganar a muitos.

E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.(2 Pe 2:1)

3) Muitos seguirão essas doutrinas – Outra evidência é que “MUITOS”  seguirão as suas práticas libertinas(1 Pe 2:2). Não serão poucos que serão enganados. (Mt 24:24-25).

Diz que operariam GRANDES SINAIS E PRODIGIOS  para ENGANAR  “se possivel” os eleitos.

Isso quer dizer que existe um condicional e que nem todos serão enganados, embora creio que todos que Deus chamar serão provados a dar ou não crédito a esses. Também diz as Escrituras que Deus derramaria sobre toda carne o Seu Espirito.(Joel 2:28).
Mais do que nunca será preciso o dom do discernimento de espiritos para identificar entre um e outro. (I Cor 12:10)

4) Por avareza e cobiça farão comércio de vós – Desde os tempos bíblicos que existe este tipo de prática, mas foi desde o inicio do século XX que iniciou o movimento da Teologia da prosperidade nos Estados Unidos disseminando-se para o Brasil por muitas denominações. Tais denominações cresceram assustadoramente, embora sempre sejam alvos de investigações e escândalos. Criando verdadeiros impérios religiosos
(2 Pe 2:3).

5) Usarão de uma linguagem mundana e carnal:  Diz as Escrituras:
Do mundo são, por isso falam do mundo, e o mundo os ouve.(1 João 4:5).

Falam apenas o que o mundo entende e deseja, ou seja a mensagem deles serão mais carnal do que espiritual. Buscarão seus proprios interesses e falaram o que o mundo almeja vivendo de uma doutrina cristã egoísta e materialista. Tentaram perverter o santo com profanações e o justo com enganações de injustiça.

Diz as Escrituras:

Estes são manchas em vossas festas de amor, banqueteando-se convosco, e apascentando-se a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas;Ondas impetuosas do mar, que escumam as suas mesmas abominações; estrelas errantes, para os quais está eternamente reservada a negrura das trevas.
Judas 1:12-13
Estes são murmuradores, queixosos da sua sorte, andando segundo as suas concupiscências, e cuja boca diz coisas mui arrogantes, admirando as pessoas por causa do interesse.(Judas 1:16) Os quais vos diziam que nos últimos tempos haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências. Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito. Judas 1:18-19

6) Sustentam a doutrina de Caim , Balaão e Coré: Outra característica é que entraram no caminho de Caim, pelo engano do prêmio de Balaão e a contradião de Coré (Judas 11).

Caim –   Caim teve sua adoração rejeitada por Deus e movido pela inveja e ódio acabou sendo “amaldiçoado” pela sua atitude.

Balaão – O ensino de Balaão era confundir assuntos espirituais  e morais com interesses materiais. É o gnosticismo libertino de Judas 1-16). Ensino que pode ser usado para manipular as emoções dos ouvintes, para extorquir-lhes dinheiro em benefício do mensageiro. (Nm 22:24; 25.1-3, 31:16). A igreja de Pérgamo havia esse tipo de ensino. (Ap 2:14)

Coré –  Consiste no ensino da “revolta” e “rebeldia”.  Por achar que tinham capacidade de serem líderes , Coré juntos com seus grupo  os “250 homens capazes ” se rebelaram  contra Deus e a autoridade de seu líder Moisés.
A contradição de Coré na realidade são homens sem nenhum chamado de Deus para o ministério, que querem pelas suas posições e capacidades assumir cargos. Mas em tudo isso há intenções de primazia e dominação.  Seguem na verdade o curso de Satanás que foi rebelde diante de Deus.

7) Não demonstram o amor fraternal:  Diz as Escrituras: “Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.(1 João 4:7). Mas a principal característica desses espíritos enganadores é que eles não possuem o amor fraternal, mas pensam somente em si.

Diz as Escrituras:

“Estes são manchas em vossas festas de amor, banqueteando-se convosco, e apascentando-se a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas;Ondas impetuosas do mar, que escumam as suas mesmas abominações; estrelas errantes, para os quais está eternamente reservada a negrura das trevas.” (Judas 1:12-13).

Estes, porém, dizem mal do que não sabem; e, naquilo que naturalmente conhecem, como animais irracionais se corrompem
Judas 1:10

Anderson Cássio de Oliveira
Ministério Com Cristo

Quando a Assembleia era de Deus

Novembro 4, 2010

27.10.10 – BRASIL
‘Quando a Assembleia era de Deus…’

Nelson Gervoni *

Adital –
Sou de família assembleiana, quando nasci meus pais eram da Madureira, tenho dois primos e um tio pastores no Ministério do Belém, um segundo tio é pastor de Madureira, meu sogro é presbítero e dirigiu diversas congregações da Assembleia, minha esposa nasceu e foi criada nesta igreja e atualmente me vejo pastor ligado à CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus) através do Belém.

Meu espírito livre me levou a sair da Assembleia de Deus ainda jovem, fiz minha formação teológica num Instituto Batista e por último pastoreei uma igreja anabatista de origem alemã. Por algumas razões há três anos retornei à Casa onde nasci.

Não demorou muito e percebi que a igreja à qual retornara não era mais aquela de onde saíra. Senti-me como alguém que deixa a pátria onde nasceu e ao retornar se sente como um estrangeiro da terra natal.

As diferenças eram tantas que me lembrei de uma frase inúmeras vezes repetida por meu avô materno (nascido em 1901 e convertido ainda jovem na Assembléia de Deus da Missão). Quando via algum absurdo da parte da liderança da igreja, o velho dizia: “Quando a Assembléia era de Deus, isso não acontecia”. E acrescentava, dizendo: “os homens se juntaram e tomaram de Deus a Assembléia de Deus, que agora é dos homens…”

Por ser criança não compreendia ao certo o que o levava meu avô a afirmar isso. Entretanto, esses três anos de Assembléia de Deus me levaram a uma compreensão empática do velho. Ou seja, não somente compreendo, mas sinto o que ele sentia. Havia na expressão do meu avô uma vanguarda profética.

Hoje, não chego a afirmar que a Assembléia não é de Deus, pois ainda há nela um povo caminhante que, não obstante sua liderança, serve a Deus com sinceridade e aguarda a volta do seu Redentor. Mas talvez esta seja uma das poucas características que ainda lhe assegure o nome que tem. A Assembléia não é dos homens. É de Deus. Mas não há dúvida de que os homens – suas lideranças – estão tratando-a como os sacerdotes dos tempos proféticos tratavam a Casa de Deus. Senão, vejamos.

Centralização do poder econômico

A Assembléia de Deus perdeu sua característica de comunidade simples e é uma das igrejas mais ricas do Brasil. Isso a torna semelhante ao Clero Romano que tanto criticamos por sua centralização de poder. Se parece com o sacerdócio do Antigo Testamento tão criticado pelos profetas de então.

Em nível nacional sua riqueza se concentra principalmente na CGADB -que tem como uma das principais fontes financeiras a CPAD (Casa Publicadora das Assembléias de Deus), cuja arrecadação se assemelha a de grandes editoras, como por exemplo, a Abril- e no Ministério do Belém, hegemônico entre os demais ministérios ligados à Convenção.

Estrategicamente esse império, formado principalmente pela CGADB e Belém, se concentra nas mãos de pouquíssimas pessoas, lideradas pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, na presidência simultânea das duas entidades há mais de duas décadas.

Em níveis regionais o poder econômico é distribuído favorecendo os mesmos presidentes de Campo que em nível nacional apóiam e se locupletam com José Wellington. A gestão dos Campos reproduz a administração regional, com centralização de poder e de dinheiro.

É canalizada para a Sede do Campo toda a renda das congregações que em virtude disso perdem a autonomia para realizações descentralizadas. Para citar só um exemplo, a Congregação onde ajudei ultimamente necessita de manutenção das suas dependências, de infra-estrutura para a Escola Dominical das crianças e de instrumentos musicais. Tem uma arrecadação mensal estimada entre R$ 5 mil e R$ 8 mil (digo estimada, pois não se tem acesso à informação da sua arrecadação), mas como deve encaminhar integralmente seus ingressos à Sede, não pode atender suas necessidades locais. Com isso, os departamentos fazem malabarismo para arrecadarem algum dinheiro. Por exemplo, o Círculo de Oração (departamento feminino) faz pizzas e nhoque e vende para os membros, que já contribuem com seus dízimos e ofertas.

Hereditariedade do poder

Outro fenômeno que vem se reproduzindo nas últimas décadas, em especial nas AD do Estado de São Paulo, é a hereditariedade de poder nas esferas regionais. É comum pastores presidentes de Campo prepararem seus filhos para os sucederem ministerialmente. Por exemplo, no Campo de Presidente Prudente/SP o pastor presidente atual é João Carlos Padilha, filho do ex-pastor presidente Carlos Padilha. No Campo de Indaiatuba/SP o pastor presidente é Raimundo Soares de Lima que tem como vice-presidente e sucessor estatutário o próprio filho, pastor Rubenilton de Lima. No Campo de Araçatuba o presidente é o pastor Emanuel Barbosa Martins e o vice-presidente é seu filho, Emanuel Barbosa Martins Filho.

Há uma grande possibilidade da hereditariedade de poder se aplicar em nível nacional, pois é de conhecimento dos pastores da CGADB que o pastor José Wellington prepara sua sucessão para um dos filhos, José Wellington Costa Junior, vice-presidente da AD em São Paulo, Ministério do Belém e presidente do Conselho Administrativo da CPAD.

Cabe uma pergunta em relação a isso: É Deus ou o homem quem escolhe o sucessor da presidência da igreja? Penso que a possibilidade de Deus escolher tantos filhos de presidentes como seus sucessores está descartada.

As igrejas do Novo Testamento não eram assim. As congregações escolhiam seus oficiais (Atos 6.1-6, 14.23) e não tinham um pastor presidente que dominava sobre elas.

Sem transparência financeira

Outra coisa que me intrigou ao retornar para a Assembléia de Deus foi descobrir que não é dado saber – senão a duas ou três pessoas da diretoria da Sede – nada sobre a movimentação financeira do Campo. Estima-se que num Campo como o de Campinas, por exemplo, a receita gire em torno R$ 1,5 milhão por mês. Não se sabe ao certo quanto entra e como é gasto o dinheiro; quanto ganha por mês o pastor presidente, pastores regionais e distritais. Recentemente ouvi de uma liderança leiga que o custo de manutenção do pastor presidente, no caso do Campo de Campinas, beira os R$ 60 mil mensais.

Sabe-se, no entanto que as congregações das periferias são pastoreadas por homens simples, que mal recebem ajuda de custo. Assim, muitos têm seus empregos para se sustentarem e os que não conseguem se empregar chegam a passar por privações e apuros financeiros.

A explicação para a ocultação orçamentária é a segurança. Afirmam que não divulgam suas contas para evitarem assaltos. Isso não é verdadeiro, pois qualquer assaltante bem informado sabe que igrejas movimentam rios de dinheiro. E uma coisa é divulgar aos quatro cantos o quanto a igreja arrecada, expondo-a a riscos de roubos, outra coisa é manter seus membros informados do total coletivo das suas contribuições. Afinal, igreja não é empresa privada, que somente o dono tem acesso às suas informações financeiras.

Do ponto de vista legal as igrejas são associações civis regidas pelo Código Civil e como tais, segundo a legislação, devem prestar contas de sua movimentação financeira aos associados, que no caso da igreja são os seus membros. Por exemplo, o Artigo 59, Inciso III do Código Civil diz que “Compete privativamente à assembléia geral (…) aprovar as contas” da instituição. Como poderão aprovar (ou reprovar) as contas sobre a qual pouco ou nada se sabe? Ou como aprovarão se sequer participam das assembléias, em cuja pauta não se coloca em votação a aprovação financeira?

Do ponto de vista bíblico não há nada que se pareça com isso. Não há no Novo Testamento uma associação de igrejas com um presidente arrecadando os ingressos das congregações para administrá-los centralizadamente, se beneficiando de altos salários.

Entretanto, a falta de transparência financeira não é um “privilégio” exclusivo das igrejas e dos Campos. Recentemente o pastor Antonio Silva Santana, eleito em 2009 primeiro tesoureiro da GADB, renunciou alegando falta de acesso às principais informações de caráter fiscal e financeiro da instituição.

Quando não se lança luz sobre uma questão tão importante como esta, obscurece-se a verdade, dando margens a duvidas. Por exemplo, pode-se perguntar se o dízimo dos contribuintes não foi usado nas últimas eleições para financiar campanhas políticas de pastores candidatos a cargos eletivos.

Esse questionamento nos leva ao próximo assunto.

Vínculo com a política partidária

Não é preciso fazer nenhum esforço mental para perceber que estas características (centralização do poder econômico, hereditariedade do poder e falta de transparência financeira) são próprias das instituições contaminadas pelo abuso de poder, pela ganância, pelo nepotismo, etc. Trata-se de um quadro muito comum nas esferas da política partidária. Assim sendo, como “um abismo chama outro abismo” (Salmo 42.7), era de se esperar que a Assembléia de Deus refizesse (pelo menos tenta refazer), através de sua atuação político-partidária, o casamento entre a Igreja e o Estado, união responsável pelo apodrecimento da fé e cujo divórcio custou o sangue de mártires na História do Cristianismo.

Há atualmente em algumas igrejas a idéia de que “o povo de Deus precisa de representantes na política”. Particularmente tenho uma opinião desenvolvida sobre isso, exposta em recente artigo que escrevi, “Por que não voto em ‘irmão de igreja’”, publicado em meu blog pessoal. Mas, opinião individual a parte, o que mais assusta é o pragmatismo com o qual essa questão vem sendo tratada nas Assembléias de Deus ligadas à CGADB, mais especificamente as do Ministério do Belém.

A 33ª assembléia geral ordinária da CGADB, realizada em Belo Horizonte em 1997 -e, portanto, presidida pelo pastor José Wellington- aprovou uma resolução que recomenda aos pastores titulares não se candidatarem a cargos eletivos. Para se candidatar deve o ministro se desvincular de seu cargo pastoral. A resolução é sábia, pois visa, entre outras coisas, poupar a igreja de envolvimento com escândalos políticos que nela respingam, como ocorridos em episódios conhecidos.

Entretanto, não obstante a resolução, recentemente o pastor José Wellington esteve em Campinas e, numa reunião com pastores num hotel, pediu a estes o apoio à candidatura a deputado federal de seu filho Paulo da Costa Freire – presidente do Campo de Campinas – sem sequer tocar no assunto da desvinculação proposta na resolução que ambos ajudaram a aprovar. Paulo Freire foi eleito e continua presidente da Assembléia Campinas, como se a resolução não existisse.

Ironicamente, a igreja de Campinas foi envolvida num escândalo político quando pastoreada por Marinésio Soares da Silva, antecessor de Paulo Freire. O escândalo foi protagonizado por uma filha Marinésio, na ocasião deputada federal, tendo causado muitos sofrimentos à igreja.

O equivoco de se misturar poder político e igreja foi esclarecido por Cristo numa conversa com seus discípulos, narrada em Marcos 10. Tiago e João reivindicaram o direito de assentar-se com Jesus, um à direita e outro à esquerda do seu trono. Eles não haviam compreendido que o reino de Cristo não se daria na dimensão da política terrena. Para esclarecê-los Jesus lhes disse: “Sabeis que os que são considerados governadores dos povos têm-nos sob seu domínio, e sobre eles os seus maiorais exercem autoridade. Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos” (Marcos 10.42-44, com grifo do autor).

A fala de Cristo (grifada acima) sempre será atual. Alerta contra a centralização do poder econômico, a hereditariedade do poder, a falta de transparência financeira e outras mazelas. As instituições mundanas agem dessa forma, “Mas entre vós não é assim”.

O fenômeno da naturalização

Chama a atenção em todo esse processo o fenômeno da naturalização. Ou seja, todas essas características são vistas e vividas como muito naturais, pela liderança e pela chamada “membresia”. A centralização e a hereditariedade do poder, a falta de comunicação e clareza sobre as contas e o relacionamento – fisiológico, inclusive – com a política, são encarados como algo muito normal e, portanto, sem a necessidade de qualquer questionamento.

Todas essas peculiaridades geralmente são justificadas pela “unção” recebida pelo “homem de Deus”, inclusive com uma equivocada interpretação do texto bíblico que diz “Não toqueis os meus ungidos, e aos meus profetas não façais mal” (1 Crônicas 16.22 e Salmo 105.15). Assim, um “ungido” centraliza o poder e designa-o a quem bem entende – geralmente aos filhos – e os demais ungidos e profetas aceitam sem nada dizer. Da mesma forma, se ele é um “ungido de Deus”, tem autonomia, à custa da heteronomia dos demais, para administrar as finanças da igreja sem delas ter que prestar contas. Por outro lado, os membros se isentam da responsabilidade de fiscalizar, pois acreditam que seu papel é apenas trazer os dízimos (Malaquias 3.10) sem se preocupar com o que será feito dele.

As semelhanças desse modelo com a política fisiológica, voltada para projetos pessoais, são muitas. Isso explica o casamento da igreja com a política partidária.

Será que não estamos diante da síndrome de Eli?

* Teólogo. Psicanalista. Especialista em Ass. Familiar. Coordena o Programa de Atividades Complementares no Instituto Souza Campos, Pólo de EAD da ULBRA Universidade Luterana do Brasil, em Campinas/SP. Integra o GEPEM da Fac. de Educ. da UNICAMP

Esposa do televangelista Benny Hinn entra com pedido de divórcio

Fevereiro 22, 2010

Esposa do televangelista Benny Hinn entra com pedido de divórcio

Casados há mais de 30 anos, casal Hinn está à beira do divórcio

A esposa do televangelista Benny Hinn entrou com pedido de divórcio no Sul da Califórnia. Suzanne Hinn entrou com documentos na Corte Suprema da Cidade de Orange em 1 de fevereiro, citando diferenças irreconciliáveis.

O casal está casado há mais de 30 anos.Hinn dirige uma igreja e estúdio de televisão em Aliso Viejo.

Ele é um dos seis televangelistas sob investigação do senador Charles Grassley, republicano de Iowa.

Grassley enviou cartas para seis ministérios evangélicos, inclusive o de Hinn, em 2007, perguntando sobre gastos com aviões particulares, mansões a beira mar, omissões da diretoria e envolvimento em empreendimentos comerciais

Os ministérios negaram terem violado qualquer lei.

Traduzido por Julio Severo
Fonte: Fox News/Galileo

Nova Era – Reportagem sobre Dan Brown e Maçonaria no Fantástico

Janeiro 6, 2010

E ainda tem cristão que se ocupa lendo o livro e vendo o filme deste camarada ….

LIVRO SÍMBOLO PERDIDO DE DAN BROWN

Dan Brown explica símbolo da maçonaria na nota de dólar
Fonte: globo.com

O repórter Jorge Pontual conversou com Dan Brown para entender como a maçonaria atraiu uma lista tão grande de líderes históricos, e por que ainda é acusada de ter um pé no satanismo.

O mistério da maçonaria é o principal ingrediente do novo sucesso do escritor Dan Brown, “O Símbolo Perdido”. O autor do megasucesso “O Código Da Vinci”, contou ao Fantástico que no livro anterior ele pergunta o que aconteceria se Jesus não fosse divino, mas apenas um profeta. No novo romance, a questão é se o ser humano teria poderes divinos, uma ideia que segundo ele vem da maçonaria.

Toda a trama, cheia de peripécias, perseguições e surpresas, se passa em um domingo à noite em Washington, a capital americana, uma cidade cheia de símbolos da maçonaria. Alguns são bem evidentes, como o obelisco, símbolo da divindade, com uma pirâmide, que representa a evolução dos seres humanos. A influência dos maçons se refletiu na criação da biblioteca do Congresso americano, hoje a maior do mundo.

Um dos momentos mais emocionantes do livro é quando os heróis entram no salão de leitura da biblioteca do Congresso americano, descrito como o são mais bonito do mundo. Eles estão fugindo de uma equipe da SWAT e se escondem entrando por uma porta.

A república americana foi criada por um grupo de maçons, entre eles Benjamin Franklin, John Adams e o primeiro presidente, George Washington.

Um dos templos da maçonaria na cidade, onde os murais mostram o fundador da nação com o avental de pedreiro dos maçons lançando a pedra fundamental do capitólio, é o prédio do congresso americano.

Dan Brown lembra que o símbolo mais sagrado da nação, que está nas notas de dólar, é a pirâmide da maçonaria, encimada por um olho que simboliza a sabedoria. Segundo o escritor, a pirâmide incompleta, sem o vértice, é um símbolo de que o ser humano, e o país, nunca estão prontos, sempre podem se aperfeiçoar.

O escritor destaca que, ao contrário do que muitos acreditam, os Estados Unidos não foram fundados como uma nação cristã. Os fundadores eram maçons que seguiam o deísmo, uma religião universal que usa os símbolos de todas as crenças, e acredita que todos os homens nascem iguais, com o direito à liberdade de culto.

Sobre o altar do templo maçom, estão os livros das principais religiões: não só a bíblia cristã, como a torá dos judeus, o corão dos muçulmanos, e as escrituras de outras tradições. O salão do templo, na capital americana, é o cenário da cena final do livro de Dan Brown, e certamente será recriado com muito mais colorido quando o filme for feito.

O templo é exatamente como Dan Brown descreve. No fundo, o trono do grande comandante soberano da ordem, o altar em torno do qual se realizam os rituais secretos. Mas os maçons negam que o iniciado tome sangue em uma caveira como Dan Brown conta no livro. Segundo eles, isso é só imaginação do autor.

Dan Brown diz que na verdade os maçons usam vinho em vez de sangue, mas insiste que a caveira é usada no ritual da quinta libação, escrito num livro por um dos primeiros presidentes dos Estados Unidos, John Adams.

O templo é a sede do rito escocês da maçonaria, uma corrente fundada nos Estados Unidos, à qual pertenceram 15 presidentes americanos. O último foi Gerald Ford, nos anos 70.

Os líderes são mestres do grau 33, o máximo a que se pode chegar na maçonaria. Dan Brown explica que esse é um número místico, a idade de Cristo ao ser crucificado, e o número de vértebras da nossa coluna vertebral.

Muitos, em especial os fundamentalistas cristãos, atacam a maçonaria como um culto satânico, mas Dan Brown insiste que os símbolos e rituais da maçonaria não são sinistros nem malignos. Pelo contrário, significam tolerância religiosa e espiritualidade universal.

Para Dan Brown, o importante é que as pessoas procurem entender os símbolos e as crenças dos outros, e tenham menos preconceitos.

Escândalos da Fé (parte 1)

Dezembro 17, 2009


Escândalos da Fé

Na verdade os listados aqui é que meteram o pobre homem no meio. Nada de Igreja Universal ou Bispa Sônia. Os vídeos, são obrinhas de arte. Outra, a competição entre quem agulhou a escrotidão mais fundo não é a intenção. Não é um ranking é uma lista.

Jimmy Swaggart, ganhou visibilidade com o boom televangélico dos anos 80. Pastor americano, a sede da sua igreja ( mundial ) fica em Battom Rouge, Louisiana. Ficou famoso pela velha pregação de valores morais atrasados, já manjados. Celibato e defesa de valores familiares da idade da pedra eram a base do discurso dele, pedindo morte de adúlteros e gays. Até que, em 1986 é acusado de ser amante da mulher de outro pastor, Marvin Gorman. O que depois viria a se confirmar como verdade.

Pois, agora vem a parte genial ou absurda, ou os dois. Gorman contratou um detetive particular ( ! ) para seguir Swaggart durante todo ano de 1987. O detetive descobriu coisas. O mesmo homem que pregava celibato e morte a adúlteros mantinha agora, um caso com uma prostituta e o detetive conseguiu fotografar tudo. Em posse das fotos, Norman tentou chantagear Swaggart que não cedeu, até o dia 21 de fevereiro de 1988. Nesse dia aos prantos ( rídiculos ), pede ” desculpas, por ter pecado ”, em frente a sua igreja lotada de fiéis incrédulos. Norman foi a público com as fotos da prostituta, não cabia mais nenhuma negativa. Esse episódio deu bolinha picando pro Ozzy, que foi chamado de ” incentivador do suicídio juvenil ” no começo dos anos 80 pelo pastor. O vídeo de Miracle Man debocha Swaggart, assim como Frank Zappa fez uma música sobre o assunto. Em 1991, voltou pras páginas policiais, foi flagrado e preso com uma prostituta dentro de seu carro. Swaggart quase faliu de 88 até a metade dos anos 90, mas hoje com 73 anos deu a volta, segue podre de rico, com a igreja financeiramente próspera e igualzinho. Ah, sim, esse Jimmy Swaggart é o mesmo que habitava os finais de semana da TV Bandeirantes no finzinho dos anos 80 e lotou Maracanã e Morumbi quando esteve no Brasil.

Fonte: http://sergiohrds.wordpress.com/category/eua/


Jim Bakker e Tammy Faye

Jim Bakker e Tammy Faye – Prá se ter uma idéia de quem são estes dois, você pode compara-los ao casal da Renascer, só que, com alguns milhões a mais na conta bancária.
Em 1989, Jim Bakker, presidente de um influente programa na PTL Television – uma TV pentecostal – foi preso por ter defraudado os seus seguidores em 158 milhões de dólares. Em 1994, ele foi libertado, após o pagamento de cinco dos quarenta e cinco anos a que fora sentenciado. Seu julgamento trouxe a público o seu luxuoso estilo de vida, o qual incluía seis imóveis residenciais de luxo e até uma casa de cachorro com ar condicionado. Os promotores acusaram Bakker de desviar, para uso próprio, 3,7 milhões de dólares dos fundos coletados para o seu “ministério”. Bakker também cometeu adultério com a secretária da igreja, Jéssica Hahn, e precisou lhe pagar mais de 250 mil dólares, a fim de liquidar o assunto. A esposa de Bakker, Tammy Faye, ex-anfitriã do PTL Club, divorciou-se dele, enquanto ele estava na prisão, e casou-se com Roe Messner, um velho amigo da família, cuja companhia havia ajudado a construir o recanto turístico PTL´s Heritage USA.
Hoje, Tammy Faye tem um ministério favorável aos homossexuais. Ela aparece em eventos nacionais das paradas do “orgulho gay”, inclusive numa contestação semelhante, em Washington, DC., quando se apresentou “rodeada de homens efeminados e maquilados” (Charisma News, Novembro 2002). Em Janeiro de 2000, Bakker disse no Larry King Show: ”Cada pessoa que morreu no holocausto (judeu) está no céu”. Bakker defendeu esta doutrina herética numa carta ao editor, a qual apareceu na revista Charisma, em Junho daquele ano.

Fontes:
http://blogdomartinholutero.blogspot.com/2009/09/jim-bakker-e-tammy-faye.html
Site: http://www.cpr.org.br/

Carta de Cristo a Igreja Brasileira

Dezembro 8, 2009

Carta de Cristo a Igreja Brasileira

Por Hermes Fernandes

“Aos anjos da igreja do Brasil escreve: Isto diz o Filho de Deus, que tem os olhos como chama de fogo, dos quais tu não podes te esconder.[1]

Conheço as tuas obras; tens nome de que vives, mas estás morto. Te gabas de ser protagonista de um grande avivamento, mas não sabes que estás moribundo. Teu avivamento artificial e sensacionalista não me comove, nem tampouco produz transformação na sociedade onde estás inserido.[2]

Conheço as tuas obras, as tuas estratégias, o teu marketing, e mesmo que te aches quente, na verdade não és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Tua mornidão e apatia já me causam náuseas. Estou a ponto de te vomitar.[3]

Tu te achas rico, por causa de tuas suntuosas catedrais, como se Eu me impressionasse com sua exuberância; te esqueceste que Eu não habito em templos feitos por mãos? [4]

Tu dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta. Mas não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu.[5]

Tua riqueza é fruto de extorsão, de manobras políticas, de sacrifícios dos mais pobres, que caem em suas teias por desconhecerem a minha Palavra. Esqueceste que não quero sacrifícios, e sim misericórdia?[6]

Começaste bem, mas te corrompeste. Deixaste de ser igreja, para ser empresa. Deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te de onde caíste! Arrepende-te, e pratica as primeiras obras. Se não te arrependeres, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, tirarei o teu alvará, e passarás a trabalhar na escuridão e na clandestinidade espiritual.[7]

Tenho contra ti que toleras o espírito do consumismo, e ainda o estimulas com suas correntes de prosperidade. Tenho lhe dado tempo para que te arrependas, mas tu não queres te arrepender.[8]

Tu não te pareces comigo, mas com o mundo. As mãos que tu tens estendido ao Pai em louvor, não têm sido estendidas ao próximo em Amor. Em vez de buscar me conhecer mais, tu preferes conhecer as profundezas de Satanás,[9] ignorando que Eu mesmo o despojei através de minha Cruz. Mas tendes no Brasil algumas pessoas que não contaminaram as suas vestes, nem a sua consciência.[10]

Estas não se venderam aos modismos doutrinários, mas permanecem fiéis, retendo o que receberam. A estas digo: Guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. [11]

Sei que habitas no meio a idolatria, superstições, feitiçarias, contudo, reténs o meu nome, e não negaste a minha fé[12].

O que tendes, retende-o até que eu venha. Ao que vencer, e guardar até o fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações, e com Cetro de ferro as regerá, quebrando-as como são quebrados os vasos de oleiro; assim como também recebi autoridade de meu Pai.[13]

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz à igreja brasileira. [14]

Benny Hinn passa um tubo para fumar (maconha) cannabis a um seu colaborador

Novembro 25, 2009

Neste vídeo emitido durante um programa investigativo sobre Benny Hinn (pastor do Orlando Christian Center em Orlando, Florida, também ele pregador da prosperidade) transmitido pela TV WKMG-Channel 6, Orlando, cujo repórter é Tony Pipitone, vê-se uma mesa posta no que parece um restaurante, e à volta desta mesa estão colaboradores de Benny Hinn, entre os quais Steve Brock a quem Benny Hinn passa aquilo que em americano se chama ‘bong’, ou seja, um tubo usado para fumar cannabis e ele fuma com grande prazer. A lado de Steve Brock (à sua esquerda) vê-se um outro membro do seu staff (precisamente um dos seus guarda-costas) também ele a fumar cannabis, que porém morrerá naquele mesmo dia por uma overdose de heroína.

Mas não diz porventura a Escritura que não devemos participar nas obras infrutuosas das trevas, mas antes devemos condená-las, porque somos filhos da luz? Mas Benny Hinn com toda a tranquilidade passa um tubo para fumar cannabis a um seu colaborador, o que mostra que para ele não há nada de mal em fumar cannabis. Vir-me-eis dizer por acaso que aquele é um sósia de Benny Hinn, vós que entrais em delírio e vos comoveis quando ele fala? Mas não é esta mais uma prova que este é um impostor, e não um servo do Senhor?’

Fonte: http://portoghese.lanuovavia.org/va_cid_hinn_tubo_cannabis.html


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